Erro de diagnóstico, cirurgia malsucedida, falha hospitalar, demora que agravou o quadro, falta de insumo. Análise técnica do prontuário com pós-graduação em Direito Médico, Hospitalar e da Saúde (FASIG).
Diagnóstico errado ou tardio que agravou a doença, medicamento ou dose incorreta, procedimento indicado sem necessidade. Não é toda complicação: é a falha que um profissional competente não teria cometido.
Infecção por falta de assepsia, queda do paciente, falta de insumo ou equipamento, demora no atendimento de urgência que piorou o quadro, alta prematura. O hospital responde pelo que acontece dentro dele.
Procedimento realizado sem que você fosse informado, de forma clara, dos riscos e alternativas. O dever de informar é do médico e do hospital — e a omissão gera responsabilidade.
Complicação conhecida da ciência médica que não foi comunicada nem acompanhada adequadamente pode configurar falha — especialmente quando o acompanhamento teria evitado o dano.
O que aconteceu, quando, onde e qual o dano atual. Traga exames, receitas e contatos.
Obtenção do prontuário completo (é seu direito) e avaliação da responsabilidade de cada envolvido.
Danos materiais (gastos, perda de renda), morais e estéticos, com perícia médica quando necessária.
Não. Complicações reconhecidas, informadas antes e acompanhadas corretamente não geram indenização. O que gera é a falha técnica: o que um profissional razoável teria evitado ou tratado em tempo.
É seu direito (CFM e Lei 12.842/2013): o hospital/médico deve entregar cópia integral em até 24h (casos agudos) ou 30 dias. Se recusarem, a ação judicial consegue a busca e apreensão do documento.
Em regra, 5 anos contra hospital/operadora (relação de consumo) e 3 anos contra o médico diretamente (prescrição civil). O prazo conta do conhecimento do dano — mas quanto antes, melhor para preservar provas.
Na maioria dos casos sim — e ela é contratada dentro do processo. A análise prévia que faço (com formação em Direito Médico) serve justamente para dizer se o caso tem base técnica antes de você investir.
Danos materiais (o que gastou e o que deixou de ganhar), danos morais (sofrimento, perda de qualidade de vida) e, quando cabível, danos estéticos — que somam com os morais, não se confundem.
Em 2 linhas: o que aconteceu e quando. Resposta pessoal e reservada.